Depois de meses no JurisAI, a conclusão que mais me surpreendeu: o prompt importa menos do que eu achava. O que decide a qualidade é o que você coloca dentro dele.
Prompt não substitui contexto
Um modelo ótimo com a jurisprudência errada gera uma peça confiante e errada. Um modelo mediano com a norma certa em mãos acerta. A alavanca está na recuperação, não na redação do prompt.
Ontologia > embeddings crus
Busca por similaridade pura traz textos parecidos, não aplicáveis. Estruturar a relação entre normas (hierarquia, revogação, competência) muda o jogo: você recupera o que vale, não o que combina de palavra.
O que ficou
Menos energia no “prompt mágico”, mais energia em modelar o domínio. É menos sexy e muito mais eficaz.